segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ler talvez seja a melhor maneira de passar um tempo sem passar por ele.
A melhor maneira de viajar sem sair do lugar. De sonhar estando acordado. De imaginar.
Escrever talvez seja a melhor maneira de entender o que se sente.Você escreve e depois lê para entender o que escreveu e consequentemente sentiu.É a melhor maneira de contar histórias e de sonhar, novamente, acordado.
Não ando escrevendo muito porque tudo no que penso ultimamente é meio “pornográfico”. Um pouco, talvez, pessoal de mais para escrever. Escrevo e não posto.
O sono se exala de mim neste exato momento.Gostaria de escrever mais.Mas nem sei se sai tudo correto escrever com sono.
Ai como é bom resistir a ele.Sabe aquela sensação de que você está ficando um pouco bêbada a cada instante que segura para não dormir.Como é bom.Viciante diria.
E para manter meu vício, continuo.Continuo com minhas palavras bêbadas e enfadonhas.
Estou indo na psicóloga. Daí desabafo lá.
Mas não posso deixar meu querido Blog de lado, já que ele vive disso!
Ando à busca de algo o qual ainda não sei o que.Quero aprender.Aprender sempre.E não ando aprendendo.Leio livros literários, mas acho que devo ler livros didáticos.História, matemática.geografia, português.âaãai.
Meu sono venceu.
Boa noite.

sábado, 20 de junho de 2009

Não me sinto bem.De repente percebi que havia programado o meu dia em função de algo...alguém.Ou melhor...não programei meu dia.Não sei se por ser Sábado, mas não programei e se programei, não deu certo.
E agora tenho uma borboleta bruxa batendo asas no meu coração.
E quando ela bate, faz frio.

De ("O diário de uma adolescente sem causa.")

terça-feira, 16 de junho de 2009

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Ana Kátia.

Ana Kátia era uma menina muito bonita.Baixa com cintura fina e pernas bem torneadas. Magra.Na verdade um pouco magra de mais.Ainda assim não deixava de ser bonita.
Ana sabia que estava passando por alguns momentos conturbados de sua vida.Mudança de cidade, término com o namorado, morar sozinha.Sabia que estava em um buraco não tão grande, mas um tanto difícil de sair.
Depressão nunca! Dizia ela ao ir se consultar no terapeuta.
Ainda sim, o sono embalava suas tardes e noites.Pensamentos diminutivos estavam crucificando Ana Kátia em seu mundinho de incertezas.
Ela foi levando sua vida assim até que em um dia normal, tomou uma atitude interior de que deveria começar a sair daquele buraco.
Isso a preocupava, pois tinha muito medo do que ia encontrar no caminho para fora dele.
No dia seguinte a essa atitude interior, decidiu que iria se dedicar mais à sua faculdade de administração. E decidiu também fazer algo novo, diferente.
Enquanto pensava nisso, foi para o shopping e comprou roupas novas.Sua amiga Camila que a acompanhava sempre, não pôde ir, mas ela estava realmente disposta a escolher suas roupas sozinha.
Comprou algumas blusas, um vestido curto, uma sandália e uma carteira de mão!
Depois acabou passando no salão de beleza perto de sua casa para mudar o cabelo!
Decidiu cortar seu cabelo de crente na nuca!
Saiu de lá rindo sozinha até chegar em casa, e se enxergar no espelho rindo e chorando ao mesmo tempo, desesperada por essa ultima decisão.
Logo que o susto passou, voltou a pensar no que iria fazer de tão novo em sua vida.
Pensou em fazer natação, mas teve vergonha de entrar na turma iniciante que teriam só criancinhas.Depois pensou em fazer aulas de dança de salão, mas pensou que não teria coragem de dançar com homens que não conhecia.Logo a idéia mais brilhante surgiu em sua mente. “_ Já sei! Vou aprender a tocar bateria!”
Ligou para sua mãe que morava em sua cidade natal e pediu de presente de aniversario uma bateria.
Seu aniversario seria na próxima semana.Mas mal sabia que seria o pior aniversario de sua vida.
Quando os convidados começaram a chegar, Ana ficou feliz da vida.A festa começou.O som estava ligado mas não alto.Suas amigas estavam totalmente perplexas com seu novo visual.E não faltavam elogios à roupa nova e carinhos em seu cabelo.
A festa estava ótima.Cerda de 12 pessoas estavam em sua casa.Carolina tinha avisado a Ana Kátia de que havia convidado sua prima para a festa, já que ela estava de visita em sua casa.Ana não achou ruim e nem lembrava dessa tal prima que por conhecidência era da mesma cidade que a dela.Ana estava na cidade nova para fazer sua faculdade de administração.
Quando a prima de Carol chegou, estava acompanhada de seu namorado.
Carol, mais que rapidamente foi apresentar os dois à Ana.Que engasgou com a azeitona do martine que tomava quando deu de cara com seu ex namorado dentro de sua casa .
Ele havia deixado-a por outra.Outra que agora, era a prima de Carol.
A situação ficou tão constrangedora que Ana deu um “oi” engolindo saliva e virou as costas andando em direção ao seu quarto.
Carol foi atrás de Ana enquando o casal saía do apartamento totalmente desconcertados.
Carolina só se deu conta do que havia acontecido quando sentou-se do lado de Ana para que ela contasse toda história. Só restou à Carol pedir mil desculpas e depois ir embora deixando Ana chorando no quarto.
A festa acabou cedo.Todos consolaram Ana e foram embora por senso!
No dia seguinte quando Ana acordou, se olhou no espelho, abriu a torneira e com suas mãos cheias de água lavou o rosto todo borrado de preto.Havia maquiagem até em suas orelhas.
Logo pensou no que faria se Carol levasse aquilo tão a sério, pois ela era a única amizade fiel que Ana tinha conquistado desde quando começou a faculdade a três meses atrás.Nunca havia mencionado seu ex para Carol,porque achava que o esqueceria mais rápido se não tocasse no assunto.
Funcionou até ele aparecer em seu apartamento.
Ana se deitou novamente e fechou os olhos para sugar até o ultimo momento de sua tristeza e teve prazer em fazer isso.Suspirou. E continuou deitada falando consigo mesma bem baixinho.”_ ....não vou me abalar!Não vou!Estou bem! Estou ótima!Cabelo curto!Estou linda!Vou tocar bateria!”
Enquanto recitava seu livro de auto ajuda interior, a campanhinha tocou.
Ana se levantou, suspirou novamente e deu passos longos do quarto até a sala para abrir a porta.Passos tão longos que se desequilibrava entre eles.Foi uma espécie de de tirar um sarro dela mesma.Enquanto se desequilibrava ria e falava “_Opa!Não vai cair em Ana!rsrsrsrs!”
Quando abriu a porta o entregador disse que havia uma entrega para Ana Kátia, ela ficou muito feliz ao perceber que eram caixas grandes.Sua bateria.Assinou o papel necessário e foi abrir as caixas.Pensou que pelo menos aquilo era bom.Pelo menos ia ter uma coisa boa para se lembrar do seu aniversario.
Foi assim que Ana se descobriu uma ótima cantora como baterista.
Quando Ana foi assistir à primeira aula de bateria, seu professor contou a ela que a batida deveria seguir um ritmo.
Seria bom até saber cantar as músicas para aprender mais rápido.Nas outras aulas, seu professor disse a ela que deveria cantar ao invés de tocar.Já havia mais de um ano que fazia aulas e conseguia tocar pouquíssimas músicas e muito mal todas.
Estava entrando no segundo ano de faculdade e sua amizade com Carol não havia sido abalada. Tiveram uma conversa logo depois do acontecido e Ana lhe contou tudo sobre seu ex. Assim, continuaram amigas.
Ana tinha um colega de classe, Diego,o qual ela adorava conversar.Tinha cabelo crespo,tatuagens sobre o corpo,usava óculos e não era tão bonito.Mas Ana o tinha como um grande amigo.
Certo dia, Diego apresentou-lhe um amigo quando saíram para beber em um bar.Lucas era bonito.Olhos claros.Cabelos claros, tatuagens no corpo e o mais importante, não tão mais alto que Ana.
Ana não se sentiu interessada ao conhecer Lucas.À primeira vista, achou ele metido e muito sarcástico.
O bar tocava música ao vivo.Ana adorava dar suas palhinhas quando já estava levemente sensual.E nesse mesmo dia, lá pelas tantas da madrugada, Ana subiu ao palco, mas dessa vez, não foi cantar e sim, tocar.Bateria.

Continua...

domingo, 14 de junho de 2009

Foram dias gostosos. Aconchegantes.Dias de cumplicidade.
Dias de amor,prazer,confiança.Paz, e mais amor.
E digo mais, dias inesquecíveis!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

E quando tudo fizer sentido, nada te impedirá de defender o que conquistou. Afinal, suas conquistas trouxeram o sentido da sua vida. E consequentemente, a felicidade de uma realização pessoal.

Tenho absoluta certeza que farei o que puder, e farei excepcionalmente para entender o sentido de minha vida.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Odeio frio.Repito.Odeio frio.

Esse frio me incomoda por não me deixar fazer nada do que eu quero.
Me machuca por dentro e por fora toda manhã.
Faz doer minhas mãos e meu nariz.
E não quero levantar da cama que é meu ninho protegido dele.
Não quero nem tomar banho ou lavar as mãos.A água parece caco de vidro.
Aiii.Odeio ter que tomar banho agora.
Adoro a água, mas desde que ela esteja em um lugar quentinho e que ela também esteja quentinha.
Boa sorte pra mim.
(De "O diário de uma adolescente sem causa.")

Fazer o amor!

Os abraços são sempre assim.Confortáveis como travesseiros fofos. Aconchegantes. Demonstram cuidado e afeto.
E os beijos!Os beijos....São como cenas de filmes românticos, timidamente apaixonados.Mas são únicos, verdadeiros e ardentes.
O toque é quase um veludo que escorrega facilmente sobre meu corpo.Assim como minhas mãos não tão aveludadas, o fazem também.
O carinho é acompanhado pos pequenos apertos ambiciosos e suaves. Como se estivéssemos tocando em algo valioso,tão querido que temos medo de quebrar ou machucar.
Os corpos, quando muito próximos, tentam não responder por si.Mas ainda há racionalidade presente ali.
Quem me dera não tivesse.
Ficamos tão quentes que apitamos de suspiros como chaleiras começado a ferver.
Tudo é tão fantástico.Os abraços, beijos,toques e amassos.
Aaa, o amor... é simples quando se trata apenas do carnal.Tão fácil ser feliz.

Mas ainda sim, o carnal depende do tal amor.Não só depende como só existirá como corpos apitando em sintonia, quando o amor, ou paixão estiverem presentes.Caso contrário existirá calafrios e arrepios gozos falsos e vazios. Vazios a ponto de se apagarem automaticamente de nossas memórias.

No coração, ficaram os momentos e não o gozo propriamente dito.
Ficam em nosso profundo, as experiências e os aprendizados.Do corpo,não resta nada, nem a beleza visual que carregamos em vida.

O que realmente importa....fazer o AMOR!