segunda-feira, 14 de maio de 2012
Sentimentos de um mundo.
A liberdade que me atraía.
Agora, que me trai.
Virou parceira do medo.
vadia debochada.
Ri e zomba de mim.
Que sou eu sem você.
Pior com.
Rumina minha vida. vaca...
Trocou-me pelo medo.
és inimiga de mim, no eu, que procuro achar.
Mas espere!
não vá.
Volte...
Volte solene e sorrateira
que é pra eu não assustar.
Volte e traga a verdade
Que me ensina a não desconfiar
entender quem me trai...
Minhas armadilhas...
Sou só eu...
Sou eu nessa Cor marrom de mundo
Onde aprendi que era, ou seria, se TIVESSE o que TER.
Desde pequena com essa insistência:
De parecer, de ter, de não ser
Parem de gritar sapos voadores
Não aguento o seu coachar covarde
Parem de voar dentro de mim!
Deixem-me ir...
Existir.
E guardem o medo.
Quero apenas a liberdade.
E pedindo desculpas à ela, digo que a amo,
E perdoe- me por confundir as coisas
Que se aqui nesse mundo já estão confusas por demais,
Imagine no dentro de mim...
Que nem mundo tenho um.
E que não tenho outra coisa se não, sentir.
Não. Não é verdade, confundo-me outra vez,
existe um mundo...
este que é de cá,
dos dedos da alma que vos escreve:
Sentimentos de um mundo.
O meu.
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