O amor não se define em algo. Não se retira e se coloca em algum lugar, ele simplesmente surge...por um homem ou uma mulher, por uma rua que marcou sua infância, por um momento, por um passado, por uma mãe.
Um amor, mesmo que seja novo, quando é sentido, passa a ser eterno. Ainda que não ocupe o mesmo espaço que já ocupou um dia em nossas almas, ele estará lá , bem guardadinho, no fundo dos nossos mais remotos sonhos, ocupando pequeninos espaços que ganharão uma amplitude maior quando forem abertos para recordações. Recordações essas, que vão florir esses momentos, e que vão se destacar em diversas situações pelo nosso caráter, que é um acumulativo de amor e traumas, no decorrer da vida.
O amor é livre de se ter, de se viver e de ser o que é para cada um.
Não podemos defini-lo, e , chamá-lo de indefinível já é uma definição...
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Dom Casmurro
"Também se goza por influição dos lábios que narram."
Também se goza por influição da interpretação da leitura. Neste caso, leitura de Machado de Assis.
Também se goza por influição da interpretação da leitura. Neste caso, leitura de Machado de Assis.
domingo, 6 de novembro de 2011
A saudade que me bate é serena. E digamos que, é até amável.

O vento nas árvores...as folhas caem.
Um balanço, e meus pés na grama.
Tudo vazio, calado. Porém, não há o silêncio absoluto.
Meus pensamentos falam.
De saudade ou da falta da presença, do coração inchado de medo.
Medo que não se cala, derrubando as paredes da alma.. .suspiros, exalados pelo choro recalcado.
Ah, como eu queria que fosse verdade, que eu amasse sem doer, ou sem medo de sofrer...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Vejo você.
Você está prestes a explodir.
Seu mundo é maior do que a bolha que ofereceram-lhe para morar.
Sua resistência é notória, e é transmitida pelo rosto, pelo suor.
Falo da sua resistência em assumir o seu mundo.
Abrir a porta e sair é difícil para você, que é tão apegado ao costume.
Costume esse, que também foi pregado na sua testa.
Tens vontade de ser nostálgico. De conseguir sorrir sozinho.
Você mantém a cabeça ocupada, passando-se assim, os dias.
É tão difícil assumir-se.
Sua bolha não suporta tanta angustia.
Deixe entrar o amor nela.
Quem sabe ele não te tira de lá...
Seu mundo é maior do que a bolha que ofereceram-lhe para morar.
Sua resistência é notória, e é transmitida pelo rosto, pelo suor.
Falo da sua resistência em assumir o seu mundo.
Abrir a porta e sair é difícil para você, que é tão apegado ao costume.
Costume esse, que também foi pregado na sua testa.
Tens vontade de ser nostálgico. De conseguir sorrir sozinho.
Você mantém a cabeça ocupada, passando-se assim, os dias.
É tão difícil assumir-se.
Sua bolha não suporta tanta angustia.
Deixe entrar o amor nela.
Quem sabe ele não te tira de lá...
domingo, 4 de setembro de 2011
Quanta saudade.
Minha saudade de estar aqui!
Quantas impossiblidades me levaram a não escrever.E ainda me levarão durante alguns dias de minha inspiração desperdiçada.
Imensa vontade de colocar aqui, o que senti na minha ausencia de você: meu papel, meu lápis, minha declaração de vida.
Quantas impossiblidades me levaram a não escrever.E ainda me levarão durante alguns dias de minha inspiração desperdiçada.
Imensa vontade de colocar aqui, o que senti na minha ausencia de você: meu papel, meu lápis, minha declaração de vida.
Musica
One love, one heart
chor:
one love, one heart
let 's get togehter and feel alright
one love, one heart
let 's get togehter and feel alright
1.let them all pass all their dirty remarks
there is one question I 'd really love to ask
is there place for the hopeless sinner
who would hurt all mankind just to save his own
chor:
one love, one heart ...
2.let 's come togehter and fight this armageddon
so when the man comes there will be no more doom
have pity on those whoes chances grwo thinner
there ain 't no hiding place from the father of creation
(Bob Marley)
chor:
one love, one heart
let 's get togehter and feel alright
one love, one heart
let 's get togehter and feel alright
1.let them all pass all their dirty remarks
there is one question I 'd really love to ask
is there place for the hopeless sinner
who would hurt all mankind just to save his own
chor:
one love, one heart ...
2.let 's come togehter and fight this armageddon
so when the man comes there will be no more doom
have pity on those whoes chances grwo thinner
there ain 't no hiding place from the father of creation
(Bob Marley)
Mais um lamento.
Vai ser difícil, vai
Encontrar um amor como o seu, ai
Como dói no meu peito
Seu gosto é bem do jeito que eu gosto
Bem do jeito, lamento
Que é só mais um lamento entre tantos já feitos
quisera desse jeito lembrar de outros tempos
só pra matar um pouco a saudade
mesmo assim querendo que você não ouça
meu grito aqui de longe
minha dor, meu lamento
Céu.
Encontrar um amor como o seu, ai
Como dói no meu peito
Seu gosto é bem do jeito que eu gosto
Bem do jeito, lamento
Que é só mais um lamento entre tantos já feitos
quisera desse jeito lembrar de outros tempos
só pra matar um pouco a saudade
mesmo assim querendo que você não ouça
meu grito aqui de longe
minha dor, meu lamento
Céu.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Dias felizes.
Assim como você.
domingo, 10 de julho de 2011
sábado, 2 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
Andei seduzindo as palavras e descobri que elas me amam também.
Fazem parte do meu tom, das minhas cores e dos meus amores.
Estão em torno de mim, do meu corpo e alma.
Acreditam na verdade pessoal de cada “eu”.
Dão-me assessoria em resoluções de desejos questionáveis.
Aliviam-me as dores e as angustias.
Minha vida, em suas “mãos”, pois são donas de todo o meu carma.
Estão em torno de mim, do meu corpo e alma.
Acreditam na verdade pessoal de cada “eu”.
Dão-me assessoria em resoluções de desejos questionáveis.
Aliviam-me as dores e as angustias.
Minha vida, em suas “mãos”, pois são donas de todo o meu carma.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Nas noites de bons sonhos, rezo por você, e nas de sonhos ruins, também.
Lembro-me de dias ocultos no meu lençol branco, e agora, tudo se parece com ele, inclusive a nossa história. É um livro com o título: “Cor nude.Cor nenhuma.Cor branca.”
É necessária uma lupa grande para ler o que se apagou. Ainda vê-se algumas rasuras e palavras soltas.Mas cuidado com essa bendita lupa! Se for ler no sol, queima. Esfarela de tão velho- o livro- de tão passado.
Passado com pouca fumaça, pois a brasa da história esfriou, o livro que eu li, acabou.
Quero-te bem. Quero a sua outra história. E uma outra para mim também.
Vou dormir, já rezei por você.
Lembro-me de dias ocultos no meu lençol branco, e agora, tudo se parece com ele, inclusive a nossa história. É um livro com o título: “Cor nude.Cor nenhuma.Cor branca.”
É necessária uma lupa grande para ler o que se apagou. Ainda vê-se algumas rasuras e palavras soltas.Mas cuidado com essa bendita lupa! Se for ler no sol, queima. Esfarela de tão velho- o livro- de tão passado.
Passado com pouca fumaça, pois a brasa da história esfriou, o livro que eu li, acabou.
Quero-te bem. Quero a sua outra história. E uma outra para mim também.
Vou dormir, já rezei por você.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Não mando no meu coração.
Sinto que as horas estão passando sem notificações de um passado.
Não mereço lágrimas, principalmente vindas de mim.
Paira-me a serenidade e eu não mando no meu coração...
Não mereço lágrimas, principalmente vindas de mim.
Paira-me a serenidade e eu não mando no meu coração...
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Por preferência: Pomares
Que os dias de praga façam meus gafanhotos voarem para longe(pomares).
Que o mundo gire em torno disso outra vez.
E tudo mais ao que me houver despeito, vá para o inferno.
E que cessem meus risos soltos.
Minhas marcas de cheiro.
Se renovando ao saltar das horas.
Para que nasça novamente com os olhos marejados.
De amor...de felicidade.
Que o mundo gire em torno disso outra vez.
E tudo mais ao que me houver despeito, vá para o inferno.
E que cessem meus risos soltos.
Minhas marcas de cheiro.
Se renovando ao saltar das horas.
Para que nasça novamente com os olhos marejados.
De amor...de felicidade.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
"Meu coração está radiante, bate feliz, acho que é o amor."
sábado, 12 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Foi como ver o mar engolindo um único grão de areia.
Era amor demais.
Era outro lugar.
Sensação constante.
Há língua.
O bico do seio.
O pé no meio dos dedos.
Na imagem, via-se um.
O outro vinha de brinde.
Era outro lugar.
Sensação constante.
Há língua.
O bico do seio.
O pé no meio dos dedos.
Na imagem, via-se um.
O outro vinha de brinde.
não escuta, ouve.
Meu amor passou ali,
Gritei de emoção: Amor!
Ele passou.
Gritei de insistência: Amor!
Ele continuou.
Gritei de ódio:Idiota!
Ele olhou!
opa.
Gritei de emoção: Amor!
Ele passou.
Gritei de insistência: Amor!
Ele continuou.
Gritei de ódio:Idiota!
Ele olhou!
opa.
Época
É tão branco que não enxergamos um palmo à frente.
É tão cheio que transbordamos medo.É vazio.
De insolidez vivem as famílias.
Que mastigam o gosto amargo da verdade.
Seus muros despencam e matam seus suspiros.
Suspiros.
Chuvas de verão já viram passar.
Corpos juntos ao calar.
O calar do susto.
Da falta de fé.
Palavras não saem.
Não valem.
A falta de um.
De dois.
De três
É tão cheio que transbordamos medo.É vazio.
De insolidez vivem as famílias.
Que mastigam o gosto amargo da verdade.
Seus muros despencam e matam seus suspiros.
Suspiros.
Chuvas de verão já viram passar.
Corpos juntos ao calar.
O calar do susto.
Da falta de fé.
Palavras não saem.
Não valem.
A falta de um.
De dois.
De três
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Pular da cama e ir trabalhar:
Observei durante alguns dias, as pessoas que vão as 7:30 da manhã com seus olhos inchados e o peso do corpo, se encostando em qualquer canto do ônibus para o trabalho.Aquilo era com certeza,uma necessidade. As pessoas do ônibus se vestiam com uniformes de lojas ou farmácias centrais e com absoluta certeza, não ganhavam um salário que o fizessem sorrir logo pela manhã.
Ah, se todos nós tivéssemos alguns minutos a mais na cama... ou em casa com nossos filhos...
Risos X Realidade
Percebi que todos tinham feições tristes ou cansadas e notei que o mesmo se passava comigo.
Naquele dia frio de ônibus gelado e abafado, me identifiquei com todos os rostos sem emoção.
Escutei alguém conversando comigo:
O que aconteceu com você?Porque parou de sorrir?
Não consegui responder antes que outro alguém começasse a responder por mim:
“Você não tem mais tempo para isso! Você tem que ir ao banco, lavar a louça, levantar cedo, escovar o cabelo, ir ao médico, estudar, trabalhar, ler seu livro, namorar, comprar o novo uniforme, dormir cedo. E isso porque você não tem filhos.”
Minha consciência brigava e se compadecia com a situação momentânea de meus pensamentos.
Putz, eu estava tão ferrada quanto qualquer outro dentro do ônibus e não sabia!
Tudo o que eu mais fazia era sorrir. E agora tudo o que eu mais faço, é sobreviver.
Tinha que dar um jeito de não perder a razão. De não perder a paixão pela vida. E foi aí que pensei em uma saída: Sonhos distantes da realidade. Então, alcançá-los pelo caminho dela.
É isso.
Ah, se todos nós tivéssemos alguns minutos a mais na cama... ou em casa com nossos filhos...
Risos X Realidade
Percebi que todos tinham feições tristes ou cansadas e notei que o mesmo se passava comigo.
Naquele dia frio de ônibus gelado e abafado, me identifiquei com todos os rostos sem emoção.
Escutei alguém conversando comigo:
O que aconteceu com você?Porque parou de sorrir?
Não consegui responder antes que outro alguém começasse a responder por mim:
“Você não tem mais tempo para isso! Você tem que ir ao banco, lavar a louça, levantar cedo, escovar o cabelo, ir ao médico, estudar, trabalhar, ler seu livro, namorar, comprar o novo uniforme, dormir cedo. E isso porque você não tem filhos.”
Minha consciência brigava e se compadecia com a situação momentânea de meus pensamentos.
Putz, eu estava tão ferrada quanto qualquer outro dentro do ônibus e não sabia!
Tudo o que eu mais fazia era sorrir. E agora tudo o que eu mais faço, é sobreviver.
Tinha que dar um jeito de não perder a razão. De não perder a paixão pela vida. E foi aí que pensei em uma saída: Sonhos distantes da realidade. Então, alcançá-los pelo caminho dela.
É isso.
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