segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Amor.

O amor não se define em algo. Não se retira e se coloca em algum lugar, ele simplesmente surge...por um homem ou uma mulher, por uma rua que marcou sua infância, por um momento, por um passado, por uma mãe.
Um amor, mesmo que seja novo, quando é sentido, passa a ser eterno. Ainda que não ocupe o mesmo espaço que já ocupou um dia em nossas almas, ele estará lá , bem guardadinho, no fundo dos nossos mais remotos sonhos, ocupando pequeninos espaços que ganharão uma amplitude maior quando forem abertos para recordações. Recordações essas, que vão florir esses momentos, e que vão se destacar em diversas situações pelo nosso caráter, que é um acumulativo de amor e traumas, no decorrer da vida.
O amor é livre de se ter, de se viver e de ser o que é para cada um.
Não podemos defini-lo, e , chamá-lo de indefinível já é uma definição...

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Dom Casmurro

"Também se goza por influição dos lábios que narram."


Também se goza por influição da interpretação da leitura. Neste caso, leitura de Machado de Assis.