segunda-feira, 16 de abril de 2012

Amores vívidos!

Não jogo fora meus amores vividos.
Gosto até de revivê-los com certa freqüência.
Nostalgia: tentar, querer, conseguir ter novamente o que já se foi.
Tranquilizo-me a medida que consigo entender.
Que não voltará mais.
O rio correu.
Eu já não sou mais aquilo.
E nem os vívidos amores...
Vividos serão também...

domingo, 8 de abril de 2012

Adeus. Ou também não.

No coracão, arde o que não deveria arder mais.
Parte do corpo dói, outra agradece.
Pedindo ou não, lembrancas vem e vão.
Peco então, pra minha alma, pra minha visão.
Perdão por sair da casa que não é mais.
Nem casa, nem coracão.
Amo e não.
Adeus.
Ou a Deus não.