domingo, 4 de abril de 2010

Samba

Faço eu.
Faça você.
Seu dia deve florescer.

Como em toda manhã em que acordávamos juntos,
Devemos seguir nosso dia em apuros.
Aonde carros e pessoas vêm e vão.
Para não saberem aonde darão.

Assim como fizemos um ao outro.
Sempre obtendo a mentirosa razão.

Uma flor ou um botão.
Sempre fomos a cuja razão.
Do nosso amor,
Do nosso rancor.

Que agora não cabe em meu coração,
E vindo de longe se instalou.
E não quer ir sem o meu amor.

Mas eu não peço perdão.
Pois assim não darei razão.
Para a mesma viver em meu coração;

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