Acabo de ver cofres de bundas fortemente personalizadas pelos rostos de seus donos: os passageiros da vida.
Não lêem minha mente. Porém meus olhos dizem tudo.
O caminho foi mais longo hoje, mas não senti as curvas.
Sentei-me.
Meu lugar para um braço quebrado.
Não. Alguém levantou primeiro.
Continuo observando...
Mais um cofre e passageiros pela vida...
Chegou meu ponto.
Fico aqui.
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